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Conheça o Woodstock carioca, um festival de paz, amor e rock’n’roll

Crédito: Wallace AlvesCrédito: Wallace Alves

Saia do Rio de Janeiro. Siga pela BR101 em direção ao nordeste do país, mas não vá tão longe. São pouco mais de 130 quilômetros. Então você verá, do seu lado direito, o recanto dos micos-leões-dourados. Do lado esquerdo, um portal. Um portal mágico.

Mais oito quilômetros por uma estradinha de terra e você chegará a Aldeia Velha, um pequeno vilarejo com oitocentos habitantes aos pés da serra do Mar, cortado pelos rios Aldeia Velha e Quartéis. Este pequeno e pacato pedaço de chão recebe todos os anos, durante a semana santa, a visita dos deuses celestiais do rock’n’roll. É lá que acontece o “Woodstock carioca”, o Aldeia Rock Festival.

Esqueça a grandeza do Woodstock original. O Aldeia Rock é um festival pequeno. De propósito. Seu lema é: Rock’n’roll e natureza juntos. E para que a natureza sinta ao mínimo a presença dos visitantes, é preciso privilegiar a qualidade, não a quantidade de público. É por isso que a fazenda que abriga o evento torna-se o território da paz e do amor, tal qual o grande festival de 1969.

O primeiro Aldeia Rock aconteceu em 2001. A primeira vez que fui foi em 2006 ou 2007. Pra falar a verdade não lembro muito bem. E há três anos tenho ido seguidamente, assim como meu filho de um ano e cinco meses. Como se explica essa matemática? Simples: na primeira vez dele, ainda estava na barriga mãe. E naquele ano curtiu um showzão da Relics, cover do Pink Floyd, até o dia amanhecer.

Ao longo de todos esses anos, o festival proporcionou shows memoráveis. Nomes como Serguei e Celso Blues Boy e, neste ano, Violeta de Outono, já passaram por lá. Ao lado dos clássicos do rock nacional, bandas autorais e covers da melhor qualidade. E no meio disso tudo, momentos inesquecíveis como banda de peladões no palco aberto, Os Siderais fazendo show dentro do rio à noite e o já tradicional “palco Granmostarda”, onde a banda Granmostarda movimenta as tardes no citado palco aberto. Passeando pelo público, você verá rodas de violão e poesia, malabares, conversa animada e energia positiva.

Ficou com vontade? Em 2016 tem mais!

Para saber mais: http: www.aldeiarockfestival.mus.br

Veja o que rolou no XIV Aldeia Rock Festival – Rock’n’roll e natureza juntos!

Crédito: Wallace Alves
Crédito: Wallace Alves
Crédito: Wallace Alves
Crédito: Wallace Alves
Crédito: Wallace Alves
Crédito: Wallace Alves
Crédito: Wallace Alves
Crédito: Wallace Alves
Crédito: Wallace Alves
Crédito: Wallace Alves
Crédito: Matheus Gurgel / Flash It
Crédito: Matheus Gurgel / Flash It
Crédito: Matheus Gurgel / Flash It
Crédito: Matheus Gurgel / Flash It
Crédito: Matheus Gurgel / Flash It
Crédito: Matheus Gurgel / Flash It
Crédito: Matheus Gurgel / Flash It
Crédito: Matheus Gurgel / Flash It
Crédito: Matheus Gurgel / Flash It
Crédito: Matheus Gurgel / Flash It
Crédito: Raquel Fragoso
Crédito: Raquel Fragoso
Crédito: Raquel Fragoso
Crédito: Raquel Fragoso
Crédito: Raquel Fragoso
Crédito: Raquel Fragoso
Crédito: Raquel Fragoso
Crédito: Raquel Fragoso
Crédito: Raquel Fragoso
Crédito: Raquel Fragoso

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Raro
escrito por:Raro
Tem 34 anos, carioca do Cachambi, pai do pequeno Renzo e marido da Bu. Já brincou de ser e fazer muitas coisas, e aguarda novas experiências. Anda de bicicleta pelas ruas da Região Oceânica de Niterói. Sonha em viajar o mundo e mostrar ao filho que há coisas mais valiosas que “ser alguém na vida”.

7 Comentários

  • MAS O QUE O ROCK TEM A VER COM A NATUREZA???? UMA MÚSICA MECÂNICA E POBRE HARMÔNICAMENTE?? O QUE ESTA MÚSICA FABRICADA, QUERO DIZER CRIADA EM LABORATÓRIO PARA MECANIZAR AS PESSOAS, O QUE ELA TEM DE COERENTE COM A VIDA? UMA MÚSICA PRA MANIPULAR A CABEÇA DAS PESSOAS COMO MUITAS OUTRAS DEPOIS DELA!!! NOSSA QUE DISTÂNCIA DA SUPOSTA PROPOSTA DO EVENTO!!!!!!!!!!!!

  • Fui em 2015 me apaixonei e esse ano fui em 2016.. E fiquei totalmente decepcionada. O local do evento mudou ( está no caminho para Andorinhas -que para entrar está $10- mais ou menos 30-40 mim na cidade e não é mais um campo aberto com shows e toda aquela vibe. Agora o camping é de um lado da estradinha e do outro lado o show e umas barraquinhas. Tinha até barraca de sushi!! Não gostei pq está muito ” organizado” muito ” evento” cheio de coisas vendendo, seguranças, perdeu aquela liberdade de galera de topless e nadando pelado no meio da noite. De dia armaram um palco na beira do rio que ficava no camping e rolou um som, pra mim foi a melhor coisa do festival todo, remeteu um pouco a antiga vibe, mas fora isso, se os outros anos forem do mesmo estilo, não vou mais. Uma pena pq era o único festival realmente rock n roll que eu conhecia.

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