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Como reduzir a autocrítica e fazer mudanças reais

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Alguma vez você já sentiu uma grande convicção que não é suficiente bom? Muitas pessoas possuem um crítico interno tão forte que é difícil de diferenciar a voz desse crítico interno com a realidade. Uma pesquisa realizada em 2016 no Reino Unido revelou que, em média, uma mulher critica a si mesma oito vezes por dia.

As autocríticas são feitas, principalmente, em relação ao seu próprio peso, aparência, carreira, finanças e relacionamentos. A autocrítica pode levar à depressão e vários estudos demonstraram que ela interfere muito na capacidade de alcançarmos nossos objetivos. A psicóloga Lisa Firestone, Ph.D, dá algumas dicas de como reduzir a autocrítica e fazer mudanças reais em nossas vidas.

Reflexões

Alegoria da caverna, o mito e a transformação social

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Devemos nos desacorrentar e fugir da caverna que nos aprisiona, temos que abandonar para trás nossas sombras e encarar com determinação a luz.

A alegoria da caverna ou parábola da caverna, também conhecido como mito da caverna, prisioneiros da caverna é uma alegoria filósofo-pedagógica, escrita pelo filósofo grego Platão.  No interior da caverna permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali. Ficam de costas para a entrada, acorrentados, sem poder mover-se, forçados a olhar somente a parede do fundo da caverna, sem poder ver uns aos outros ou a si próprios. Atrás dos prisioneiros há uma fogueira, separada deles por uma parede baixa, por detrás da qual passam pessoas carregando objetos que representam “homens e outras coisas viventes”.

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Play for Peace: organização que leva alegria a comunidades fragilizadas

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Levar alegria a lugares que se encontram em situações hostis. Este é o objetivo do Play for Peace, criado pelo norte-americano Craig Dobkin logo após o acidente que o deixou paralisado em 1995. O que hoje é uma organização internacional, começou com atividades recreativas para reunir crianças, jovens e comunidades em conflito. O objetivo é utilizar jogos cooperativos para gerar risadas, compaixão e paz entre os participantes. A prática é muito usada em campos de refugiados, o que permite com que as pessoas se conectem e criem laços com leveza e facilidade.