Valeria Amores

Valeria Amores

Val é de Santos, gosta do nascer e do entardecer alaranjado que o céu do litoral concede quase todo dia! Pedagoga, apaixonada por projetos sociais e por movimentos que incluam o uso de todo potencial criativo, ou seja, toda ideia é uma semente cheia de valores. Toda ideia é flor e fruto. Toda ideia alimenta e nutre algo. Vegana , mãe de duas almas lindas, pratica meditação Raja Yoga, voluntária e aluna nas atividades da Brahma Kumaris Brasil . Estuda gestão ambiental, cozinha bastante, cria receitas veganas, compartilha, ensina. Tem 37 anos e acredita no poder da ecologia e da sustentabilidade interna como motivadores para um mundo melhor. Comunicativa, silenciosa e também faladeira, risonha , gosta de escrever e papear sobre coisa elevadas e positivas. Adora desconstruir limites que nos prendem a gravidade e ao peso, acredita na psicologia positiva sempre e tanto, o quanto for possível e necessário. Vamos voar para as possibilidade de melhoria, que tá na hora!

ReflexõesVida Natural

O poder das rodas de conversa

rodas de conversa
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Saber conduzir uma boa conversa, por meio de palavras elevadas, positivas e acolhedoras, longe da necessidade de ter a razão, envolve um trabalho bem interessante de autoconhecimento. O que falamos reflete parte de nosso estado interno, reflete se estamos com nossa saúde emocional equilibrada ou não. Ainda que a verdade seja mais profunda, a fala sempre traz uma nuance do que está acontecendo nas paisagens internas, mesmo que sutilmente.

ReflexõesSaúde

5 formas de simplificar o cotidiano (transformando preocupação em cuidado)

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O cotidiano nos pede pressa, as respostas exigem certa rapidez e as conexões estão mais virtuais do que nunca. Tratamos todos os assuntos com a energia de perguntas e respostas imediatas. Há um transbordar de ansiedade e inquietação atravessando as avenidas, envolvendo os diálogos em reuniões. Até o cafezinho com o amigo ganhou o título de terapia, em alguns casos. Quase tudo ganhou densidade.

A propagação da cultura do medo é resultado dessa ideia excessiva de preocupação em tempo integral.

ReflexõesSaúde

5 hábitos curativos para uma vida mais saudável!

hábitos curativos
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Uma vida é feita de hábitos. Um hábito é criado através da repetição de uma ação. Uma ação obedece o ciclo do pensar, repensar, falar,  fazer e refazer. Ainda que haja a fala que entoa a ideia do “fazer sem pensar”. Toda ação se origina via pensamento. Sem exceção. Ainda que seja um pensamento rápido ou sutil!

Já a percepção do pensamento, vem de um estado consciente ou inconsciente. No estado consciente, sempre há entendimento de que um hábito veio de uma ideia interna. Já no estado inconsciente, é comum atribuir a presença de um hábito somente a motivadores e causas externas. No estado consciente vive-se a ideia de ação precisa. No inconsciente, de reação diante de um fato.

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Saiba como se conectar com os alimentos por meio da meditação

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A cozinha é um espaço muito especial e sua importância excede a ideia de que é apenas um espaço para o preparo de alimentos. Uma cozinha é um espaço de transformação do bruto para o sutil. É um lugar para se conectar com os alimentos e consigo mesmo.

Uma cozinha contempla pedaços de uma cultura, o sabor das memórias afetivas (o bolo da tia, o pudim da avó), o ponto de partida de uma mudança de hábito e a inserção de uma vida mais equilibrada. Uma cozinha é um recanto de histórias. Cozinha contém sonhos, contém também seus traumas, mas com força maior, cozinha é espaço de acolhimento, cuidado e mesmo terapia. Ir para a cozinha preparar refeições é uma tarefa importante e benéfica não apenas para a saúde física, mas também para a saúde mental. Além disso, quando preparamos nosso próprio alimento, estamos exercitando a percepção e um senso de presença mais concentrada.

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5 exercícios para mudar hábitos com leveza e profundidade

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Ao longo de nossa existência, criamos inúmeros hábitos. Bons hábitos ou maus hábitos… todos eles acabam fazendo parte de nosso dia a dia e passam até despercebidos, porque entram naquilo que chamamos de rotina.

Um hábito se cria a partir de um pensamento. Quando colocamos o pensamento em prática repetidas vezes, eis que um hábito se instala. A dinâmica é o pensar repetitivo e o fazer na sequência. Ocorre, que quando a ação vai ganhando mais repetições, o pensamento inicial que gerou a ação começa a ficar escondido. Quase sempre não sabemos e nem lembramos porque temos determinados hábitos ou como chegamos até eles. É aí que começa uma espécie de “batalha” para cessar um hábito ruim ou intensificar um hábito bom. Muitas vezes, queremos sobrepor um hábito com outro ou com uma grande quantidade de novidades, o que nos deixa exaustos, ansiosos e ainda mais inconscientes sobre a qualidade de nossos pensamentos e ações. Passamos a funcionar de modo automático.

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Chapati vegano de aveia que vira pizza

chapati vegano
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Geralmente, um chapati é feito com água, sal e farinha de trigo(sendo metade farinha branca e metade farinha integral). Não vai qualquer tipo de fermento em sua preparação. Tudo é misturado e na sequência, com a ajuda de um rolo, a massa é aberta. Seu formato é redondo. Para finalizá-lo, basta colocar a massa em uma chapa quente, trocando os lados. No cotidiano, muitos fazem na frigideira. Em sua preparação mais tradicional, ele é colocado direto no fogo, por alguns segundos. Mas adaptando a receita podemos ter um chapati vegano de aveia. Que além dele, você vai conferir a receita de uma pizza que leva o chapati e de um queijo de abobrinha.

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Escrita meditativa – A fala orgânica, criativa e silenciosa da alma

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Quando muito pequenos, ficamos intrigados com os desenhos que enxergamos no mundo. As placas, as cores. A comunicação nos chega bem cedo e não é raro notar que as crianças sabem nomes de marcas e produtos sem mesmo terem aprendido a ler. Temos dentro desse processo, a vontade de aprender a escrever e a família começa então, na maioria das vezes, a nos conduzir rumo aos primeiros traçados de uma letra de forma. Aí vem a escola e nos apresenta a letra cursiva. Tamanha é a alegria quando conseguimos escrever nosso próprio nome e depois outras palavras. Reparem que aprendemos a escrever primeiro sobre o que gostamos. Escrevemos justamente o nome daquilo que mais temos por perto e  que apreciamos por meio do amor.