Amanda Matta

Amanda Matta

Filha de Ogum e Oxum, estudante de tudo que pode nos levar ao reenvolvimento: educação, política, meio ambiente, nutrição, cultura, espiritualidade. Paulistana de sangue mineiro e alma pernambucana.

Reflexões

Consultoria de estilo: uma ferramenta de autoconhecimento

consultoria de estilo
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“Ao entender a roupa como ferramenta de comunicar para o mundo quem a gente é, buscar referências dentro do nosso próprio universo e olhar para o ato de vestir de todos os dias como possibilidade de diversão e autoamor, saímos das tendências e entramos no campo do autoconhecimento. E quanto mais se conhece, mais se cuida, se preserva, respeita seus limites, se vê suficiente, necessária e capaz.”

SustentabilidadeVida Natural

SERTA: uma escola de agroecologia na Zona da Mata

SERTA
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O Serviço de Tecnologia Alternativa (SERTA), foi criado em 1989 por um grupo de técnicos rurais com ampla experiência em educação popular. Hoje, ele é um centro de promoção da mudança na relação entre agricultura, trabalho rural e educação.

Para tal, atua principalmente em duas frentes: ensina sua metodologia PEADS em escolas e oferece um curso técnico em Agroecologia. Além disso, oferece vários pequenos cursos livres de agroecologia e serviços em agroecologia.

AlimentacãoReceitas

Aprenda a fazer feijão tropeiro vegano!

Feijão tropeiroFonte: Veganos Brasil
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Quando pensamos em comida brasileira, é fácil cair nos óbvios: churrasco, brigadeiro e acarajé, por exemplo. Com o desafio de preparar um almoço brasileiro para vegetarianos, percebemos que dá para adaptar muitas coisa sem perder a essência e o sabor.

Entre os pratos que podem ser adaptados estão o estrogonofe, doces que levam cream cheese, bolos, almôndega e panacota, por exemplo. Sendo assim, hoje vamos conferir a receita de um feijão tropeiro vegano. Confira!

Reflexões

Seja um artesão da sua vida e crie sua carreira

artesão da sua vida
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“Não siga sua paixão, seja um artesão da sua vida”. Essa é uma lição que eu já intuía, mas que veio à racionalidade com o livro “Tão bom que eles não podem te ignorar”, de Cal Newport.

Em seu livro, Cal apresenta seu ponto de vista de que é falsa a ideia hoje vendida de que todos deveriam procurar uma paixão e torná-la seu emprego. Ao contrário, ele afirma, a paixão seria adquirida depois de anos de trabalho, uma vez conquistados: controle sobre sua rotina, oportunidades de ser criativo no dia a dia e a oportunidade de impactar o mundo com seu trabalho. Mas essa dinâmica só pode ser conquistada com reconhecimento, o que só existe depois de anos de bom trabalho.

Vida Natural

PEADS: uma educação para a comunidade

PEADS
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Um grupo de educadores da Educação Popular em meados do século passado percebeu, em sua trajetória por comunidades no Brasil, dois paradoxos normalizados:

1 – as lideranças comunitárias com frequência eram as pessoas com sua próprias vidas mais desorganizadas;

2 – as escolas produzem conhecimentos que não tem valor para suas comunidades, enquanto as comunidades não tem dinheiro para contratar quem produza os conhecimentos que elas precisam.

Para alterar essas duas realidades, estes educadores, que hoje compõe o SERTA (escola rural em Pernambuco) criaram a PEADS: Proposta Educacional de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável, uma metodologia de atuação em escolas para a transformação da sociedade.

AlimentacãoHorta OrgânicaPermacultura

Grupos de consumo: como apoiar um agricultor e ainda só comer orgânicos

Story Name: Ramsey GardenLocation: Garden Photo Shoot at the home of: Terry & Mary Alice Ramsey Editor: Bender, Steve Art Director(s): Perino, Robert. Photographer: Sanchez Manuel, Hector. Photo Editor: Paden Reich. Story Will Run July,2017. Date of Shoot: July 13 -July 15, 2016
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Cada vez mais falamos de consumir local, de conhecer o nosso produtor, de como todo produto é feito por pessoas. Pode parecer difícil praticar essas relações na cidade grande, mas estão se tornando cada vez mais disponíveis modelos que as fomentam.

Reflexões

Mudar o mundo mudando nossas relações

relações
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São Paulo, 2018, aula de forró. Participantes jovens, homens e mulheres, de diferentes orientações sexuais. A professora avisa que ali, dama e cavalheiro são posições na dança e nada tem a ver com gênero. E que, assim como na yoga, como dançamos reflete como agimos.

Ela brinca sobre comportamentos no forró e na aula: há aqueles que colocam os corpos excessivamente próximos de uma maneira sexualizante e aqueles que, demonstrando quase um medo do outro, se mantém excessivamente distantes, dificultando a condução. Poucos sabem a medida ideal entre entregar seu corpo ao outro com confiança e controlá-lo com atenção e leveza. Quatro aulas depois, oito horas de experiências no próprio corpo e no corpo alheio, uma turma sente que até está dançando mais forró, mas que principalmente aprendeu sobre confiança e entrega, sobre se relacionar com o outro.