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3 animações de histórias indígenas para assistir com as crianças

Conhecer outros jeitos de viver e de ver o mundo amplia o nosso universo pessoal e gera novos aprendizados. Uma das formas que isso pode acontecer é por meio do contato com narrativas de outras culturas.

Apesar do senso comum tratar as culturas indígenas como se fossem uma só, esses povos têm grande diversidade cultural entre si: só no Brasil existem mais de 300 etnias, que falam mais de 270 línguas diferentes! Os curtas a seguir se referem a várias culturas, que compartilham semelhanças e diferenças.

As animações selecionadas trazem narrativas de povos indígenas de diferentes lugares do continente americano, quase todas contadas a partir do ponto de vista da criança. Os pequenos prestam atenção e aprendem com tudo o que se passa ao redor, sendo portanto protagonistas especiais para nos apresentar a uma nova cultura.

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Confira abaixo

 

Caminho dos gigantes

Em uma floresta de árvores gigantes, Oquirá, uma menina de 6 anos, vai desafiar seu destino e aprender sobre o ciclo da vida.

Tudo Verdim

As crianças do Território Indígena Pankararé no Sertão da Bahia — onde quase não chove — narram histórias de um sertão verde, “onde o ser humano não está no centro do universo e não é maior ou melhor que os pés de Jatobá, animais, terra, água, sóis ou chuvas… eles e as outras gentes vivem em harmonia com os seres Encantados, carros, aviões, animais e Tudo Verde.

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Kalapalo

Essa animação, feita por crianças da etnia Kalapalo, conta um pouco sobre esse povo e sobre a festa do Kuarup, celebrada na região do Xingu.

 

Jardim do Mundo
escrito por:Jardim do Mundo
Normal ou não, um clichê da sociedade contemporânea ou um casal unido por amor, afinidades e desafinidades, que transforma arte e ciências em pequenos projetos domésticos. Criar um jardim onde antes não se imaginava poder, provar de inúmeras receitas que são também oportunidades, utilizar e reutilizar ao máximo, aprender e aplicar princípios que projetam um estilo de vida mais simples e otimista, acreditando que podemos fazer algo de bom ou de belo enquanto fazemos algo para nós e não apenas para nós.

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