Sustentabilidade

Twin Oaks: uma comunidade que compartilha simplesmente tudo

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Twin Oaks – uma comunidade na área rural da Virgínia (EUA) – é o lar de 93 adultos e 13 crianças que levam um estilo de vida que chamam de ‘pobreza inteligente’. No dia-a-dia, os moradores cultivam o alimento juntos e compartilham o carro que fica na sede da comunidade. Eles também vivem em casas que chegam a acomodar 22 pessoas, cuidam das crianças coletivamente, compartilham as vestimentas e praticam a poligamia.

Joyful: The commune comprises 92 adults and 13 children, who live a lifestyle of 'clever poverty'. Above, toddler Luuk Spenser is held by his mother, Elsa Spenser, left, and Kele Tassari, as they celebrate the 40th anniversary of the commune's founding in 2007Todos os residentes ganham uma recompensa de U$103/semana, cumprindo uma jornada de 42h. As crianças frequentam uma escola que foi estabelecida na própria comunidade e são incentivadas a exercer tarefas coletivas desde pequenininhas. Não é permitido ter bebês sem prévia decisão do grupo, pois a comunidade ‘não pode se responsabilizar pelas finanças da gestação’.

A comunidade que foi formada à 48 anos atrás, segue um estilo de vida simples. Os residentes vivem em harmonia, apesar de serem considerados pobres por possuírem uma renda financeira baixa. O segredo é o compartilhamento de absolutamente tudo.

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Apesar das características incomuns, há uma lista de espera para pessoas que querem integrar a comunidade de Twin Oaks.
Um experimento para inspirar, refletir, reproduzir ou simplesmente conhecer, Twin Oaks, junto de comunidades, como a lusa Tamera,  da um folego ao estagnado paradigma contemporâneo.

'Collaborative and loving': On a daily basis, residents live in harmony below the poverty line, sharing resources with each other. They grow vegetables together, drive communal cars from Twin Oaks' main office, look after each other's children and eschew monogamy
Location: Twin Oaks, which was formed 48 years ago, is situated around eight miles away from the Virginia town of Louisa (above)

Gardening: The work also involves gardening (above) and making tofu and rope hammocks, which the commune sells commercially

'Free': Although members of Twin Oaks have no hope of getting rich, they do not care - because they will never be poor or unemployed

A woman named Elona sits on the front porch of Tupelo residence on New Year's Eve at the Twin Oaks Community in Virginia in December 2004

Male and female actors in a community theater group join hands ahead of their first performance in June 2007

Community: 'The big sacrifice you make in living here is you'll never become wealthy,' resident Keenan Dakota said. 'I mean, you're not going to hit the jackpot and suddenly make it to the top. However, you are never going to be poor, you're never going to be unemployed'
In good spirits: Inside Twin Oaks, residents have access to the internet, but televisions, video games and guns are banned
Playing: They sleep in 'small rooms' in their communal homes, can set their own schedules, and help to look after the 13 youngsters
A resident named Ezra spends time with his son Zadek

Mother Melian cradles her daughter Willow

Joint decisions: The decision to have a baby is also a shared one among residents. 'Having a child is not something you can take for granted, that you can just decide to do on your own because you’re not responsible for financing that kid’s upbringing,' one local said

At one with nature: A Twin Oaks member called Mushroom holds a black snake she found in a woodpile outside a communal building

At work: A man named Hans wears a sundress while building shelves in the woodshop at the Twin Oaks commune in Virginia in 2005

Dressed up: Twin Oaks' co-founders used acclaimed psychologist B.F. Skinner's classic novel 'Walden Two' as the blueprint in 1967

Grassy: And more than half a century on, the commune remains a 'collaborative and self-sustaining' place. Many residents have several boyfriends and girlfriends (sometimes, in addition to a spouse) - and even see polygamy as beneficial to child rearing
Mateus Costa
escrito por:Mateus Costa
Sou um mineiro, com pai fluminense, que mora em São Paulo e que não pertence a lugar algum, ou a todos eles. Na busca de me definir, preferi ser do mundo, pois é dele que me vem toda a inspiração para viver. Nele encontrei a literatura, a arte, a filosofia e a ciência que me fizeram ultrapassar as limitações de espaço e tempo. Se me perguntam o que faço ou do que gosto, digo que sou um observador e que aprecio o silêncio que envolve toda a simplicidade do mundo. Recentemente me (re)apaixonei pela natureza, confesso que não consigo mais esquecê-la.

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