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Insipire-se com histórias de pessoas que fazem o que amam

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Trabalhar 8 horas por dia em um escritório, bater cartão, enfrentar o trânsito, cumprir metas, ter um chefe, ou dois, ou três. O preço do salário é alto. Muita gente vive muito bem neste estilo de vida, mas outras pessoas não conseguem se adaptar à caixa do mercado, e colocam na balança a estabilidade e a aventura, a grana fixa e a sazonalidade, a promoção de cargos e a liberdade autônoma.

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O projeto #eufaçoporqueamo é uma web série sobre pessoas que possuem histórias de sucesso e realização profissional. Algumas conseguiram largar seus empregos antigos que não traziam satisfação alguma e apostaram no trabalho de seus sonhos, muitas vezes se defrontando com incertezas e enfrentado desafios. Outras já sabiam desde sempre qual profissão deveriam seguir e acreditaram em suas convicções.

 Vale a pena? Assista abaixo:

Realização: Tríade Produtora

Para mais histórias inspiradoras acesse: “Eu faço porque amo“.

Para saber mais sobre o projeto do Marcelo Tcheli, acesse: Recanto da Mata .

Para saber mais sobre o projeto da Regina, acesse: Favela Orgânica.

E você, faz algo que não curte tanto para poder se sustentar? Ou você é um daqueles sortudos que faz o que ama e ainda está mudando o mundo com isso? Compartilhe esse post e a sua história aqui com a gente!

 

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Jardim do Mundo
escrito por:Jardim do Mundo
Normal ou não, um clichê da sociedade contemporânea ou um casal unido por amor, afinidades e desafinidades, que transforma arte e ciências em pequenos projetos domésticos. Criar um jardim onde antes não se imaginava poder, provar de inúmeras receitas que são também oportunidades, utilizar e reutilizar ao máximo, aprender e aplicar princípios que projetam um estilo de vida mais simples e otimista, acreditando que podemos fazer algo de bom ou de belo enquanto fazemos algo para nós e não apenas para nós.

3 Comentários

  • Bom dia!

    Assim como essas pessoas corajosas, “heróis de verdade” como descreve o escritor Roberto Shinyashiki, eu também escolhi viver de um ideal ao permanecer no comodismo.

    Primeiro me formei em jornalismo, mas, ao perceber que o sentimento no final de um dia de trabalho era, apenas, o de “dever” cumprido, entendi que faltava o sentimento de “missão” cumprida.. Foi então que aquela “voz interior” (vocação) falou mais alto, e decidi mudar a rota de meu caminho profissional.
    Os sinais foram muito claros de que eu seria professora. Outra faculdade? Começar tudo de novo?
    Sim! E desempenhar, pelo mundo, a função para a qual sinto que nasci.

    Hoje, atuo em uma escola cuja pedagogia (Waldorf) é voltada para um ensino mais humano, uma educação que valoriza o ser ao invés do ter.

    Se cada um de nós “percebermos os sinais” com que a vida nos presenteia todos os dias, em todas as áreas de nossas vidas, veremos que nosso “chamado” é perfeito para nós como indivíduos e para o mundo.

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