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Aprenda a fazer seu próprio caldo de legumes natural

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Caldo de legumes é aquela coisa maravilhosa que dará gosto a todas as suas comidas – principalmente se você for vegano e portanto não adicionar queijo ou manteiga a tudo. Mas de que serve encher seu armário de maravilhas orgânicas se você for cozinhá-los com aqueles quadradinhos industrializados?

O truque da saúde (e da economia) é que você pode simplesmente usar os restos de seus legumes para fazer seu próprio caldo. Casca de cebola, folhagem da cenoura e até verduras – vale tudo.

Você só precisa ir guardando todos os restos em um saco fechado no congelador. No dia de fazer o caldo, você tira o saco do congelador e deixa dentro da geladeira para que tudo vá descongelando devagar. Quando estiver tudo “macio”, você coloca em um panela, enche de água e adiciona dentes de alho e sal (a gosto).

O tempo de cozimento vai de sua preferência: é importante lembrar que você quer reduzir o caldo e passar a ele bastante gosto – por isso é comum recomendar mais de uma hora de fogo. No fim, você só precisa coar o caldo e congelá-lo em uma forma para gelo: assim você pode usar um cubinho por vez.

Recomendamos usar no período de um mês.

Caso você prefira fazer o caldo de legumes  clássico, bem tradicional, siga a receita abaixo:

  • 1 cenoura
  • 2 cebolas
  • 3 talos de aipo, também conhecido como salsão
  • 2 talos de salsinha
  • 1 ramo de tomilho
  • 1 folha de louro
  • 3 litros de água

Lave bem todos os ingredientes.

Corte a cenoura, a cebola e os talos de aipo em pedaços grandes e grosseiros e leve à uma panela com a água, os talos de salsinha, a folha de louro e o ramo de tomilho.

Coloque sal e pimenta do reino a gosto.

Leve ao fogo alto até ferver. Quando isso acontecer, coloque o fogo no mínimo, tampe e cozinhe por pelo menos uma hora.

Desligue o fogo, deixe esfriar um pouco e coloque em forminhas de gelo. 

Amanda Matta
escrito por:Amanda Matta
Filha de Ogum e Oxum, estudante de tudo que pode nos levar ao reenvolvimento: educação, política, meio ambiente, nutrição, cultura, espiritualidade. Paulistana de sangue mineiro e alma pernambucana, vive entre uma comunidade ribeirinha no Pará e uma tentativa de agrofloresta no interior de São Paulo.

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